Muitos de nós, no Programa de Jogadores Anónimos, partilhamos a memória de que ao princípio jogámos para nos “integrarmos”, para sermos “os maiores”, ou para “ser uma parte da multidão”. Outros alimentámos as compulsões para estarmos “na onda” — para sentir, nem que fosse só por um tempo curto, que estávamos em linha com o resto da espécie humana (...)